Quero morrer nos seus braços

Ela atacou voraz, fincou os caninos na jugular pulsante, profundamente, até ejacular o fluído vital, o néctar rubro que a alimentava. Sentiu a energia escorrer pela garganta, uma overdose de heroína, orgasmos em todas as células, a percepção da transcendência amaldiçoada que permitia roubar a essência dos outros para perpetuar sua vida. Ou meia-vida.

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