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ka-ak-kim
Coloca-se
dentro de uma caixa: um gato, um átomo radioativo, um contado Geiger, um
martelo e uma garrafa de gás venenoso. Todo este aparato compõe uma armadilha
e o tal bichano será sua principal vítima. É uma simples reação em cadeia.
A
teoria quântica nos diz que o material radioativo tem 50% de chances de ativar
o contador Geiger. Este, por sua vez, assim que ativado, liberaria o martelo
para que a garrafa contendo veneno fosse quebrada. Uma vez quebrada a garrafa, o
gato irremediavelmente morreria.
No
entanto, existem outros 50% de chances que nos levam a um caminho completamente
inverso. O átomo não ativaria o contador e este não liberaria o martelo. A
garrafa com o gás venenoso não se quebraria e, por esse motivo, o gato
continuaria vivo.
(Este
é o experimento de Erwin Rudolf Josef Alexander Schrödinger, prêmio Nobel de
1933).
A
ciência explica o fato de alguns diferentes pontos de vista.
Seguindo
o modelo clássico da mecânica quântica, um átomo somente assume um
determinado estado quando há interação com ele, ou seja, a Natureza é quem
decide o estado a ser assumido quando observamos um átomo, mas a mesma Natureza
depende da nossa observação para tomar sua decisão. Explicando tudo de um
modo mais claro, somente há cor em um objeto, por exemplo, quando olhamos para
ele; ao desviarmos o olhar, aquele objeto volta a não possuir cor alguma. Isto
significaria que o universo trabalha de uma maneira indefinida até que, em um
determinado instante – e somente nele –, o átomo toma uma forma,
descartando outras alternativas, e voltando ao seu estado original logo em
seguida, até que lhe seja solicitada nova transformação. O conceito ainda não
está muito objetivo, mas tomemos como exemplo uma bifurcação em uma estrada:
no momento em que nos deparamos com as duas ramificações, somos, então,
obrigados a escolher uma se quisermos seguir adiante. A opção descartada
seria, para o átomo, um outro estado possível. Evitada, ela passa a inexistir
na realidade original, continuando a formar, porém, uma ramificação no
passado da trajetória escolhida. Esta inexistência poderia ser definida como
uma realidade alternativa.
Schrödinger
e o experimento de seu gato provaram ao mundo que o exemplo clássico da física
seria, na verdade, absurdo para a nossa vida prática. Teríamos de assumir que
a caixa, enquanto fechada e distante de qualquer observador, poderia conter um
gato ao mesmo tempo vivo e morto, isto é, um átomo em dois estados. Em dois
estados porque, uma vez que a Natureza ainda não sente a interação necessária,
o gato ainda está em um estado de indefinição material, meio vivo e meio
morto. Obviamente, tal fato é inconcebível. Portanto, a teoria da mecânica quântica,
que explicava dessa forma o colapso dos átomos no dado instante em que ocorre a
observação, deveria ser reformulada.
A
física quântica estuda ainda que as realidades alternativas formam os chamados
universos paralelos. As decisões descartadas são arquivadas e não podem,
concretamente, ser retomadas, a menos que haja uma ruptura na ordem espaço-tempo.
Dessa forma, a realidade original seria alterada radicalmente, passando a
assumir mudanças em seu passado e, conseqüentemente, interferindo em seus
resultados.
Há,
entretanto, uma intrigante relação entre esta experiência e uma outra.
Historicamente, não há qualquer relação entre os campos da ciência
incoerente de Schrödinger e da literatura infantil fantástica de Lewis
Carroll, assim mesmo, podemos traçar um paralelo.
Tomemos
como exemplo o clássico “Alice’s adventures in Wonderland”, obra-prima de
Carroll. Observemos as propriedades metafísicas dos personagens do escritor: em
dado momento, temos no conto uma certa leviandade que lhe é característica.
Mas o mais intrigante que há, para nós, é a relação de Alice com o Gato de
Cheshire, ambos provenientes do louco conto de fadas. Carroll descreve o Gato
como: “um grande gato (...) sorrindo de orelha a orelha”. A imagem do Gato
sorrindo é a que o autor se esforça para passar durante todas as descrições
do animal. É, no entanto, a sua lógica absurda a que mais nos chama atenção.
Quando perguntado por Alice como saberia ser ele próprio um louco, o Gato
responde:
“Para
começar, um cachorro não é louco. Admite isto?”
Ao
que Alice concorda:
“Suponho
que sim.”
E
o Gato:
“Bem,
então, veja só: um cachorro rosna quando está bravo, e balança o rabo quando
está satisfeito. Agora, eu rosno quando estou satisfeito e balanço o rabo
quando estou bravo. Portanto, sou louco.”
Esta
é a metáfora que nos leva a crer que existe algo de científico na comparação
entre os dois gatos: o Gato de Cheshire elabora, por si próprio, uma teoria que
critica o pensamento conclusivo dos físicos. O Gato de Schrödinger é a própria
teoria em experimentação.
O
Gato de Carroll mostra-se à menina como um companheiro nos momentos em que ela
precisa de uma resposta sobre o que fazer. É um dos poucos personagens com quem
ela consegue manter um diálogo mais brando e também o único que a explica o
porquê de determinadas coisas. É ele, por exemplo, quem diz a Alice que todos,
naquela terra, são loucos e que o motivo de ela estar lá seria porque,
provavelmente, teria sua própria dose de loucura. Ele é, pois, a criatura sábia
que conduz e aconselha Alice em sua aventura, uma espécie de Grilo Falante, uma
consciência figurativa. E é, ainda, o pensamento científico da narrativa
porque comprova o que fala, embora mantenha sempre sempre uma linha tênue entre
a genialidade e a loucura. Teria sido o objetivo de Carroll criticar a ciência?
De
acordo com a História oficial, a expressão “sorrir como um Gato de
Cheshire” nasceu muito antes de ser imortalizada pelo escritor. Segundo
Martin Gardner, em seu “The Annotated Alice”, existem duas hipóteses
para o surgimento desta frase. A primeira defende a idéia de que sua origem se
deu através do costume de um pintor de escudos e brasões de retratar, no
interior de antigas hospedarias e albergues, leões sorrindo; este pintor seria
muito famoso na região de Cheshire – lugar, inclusive, onde o próprio
Carroll nasceu–. A segunda hipótese leva em conta um outra origem
completamente diversa. Defendida também pelo “Brewer’s Dictionary of
Phrase and Fable”, ela nos diz que Cheshire era uma região provavelmente
dominada pelo clero, que vivia sob jurisdição quase Real de uma espécie de
paladino ou clérigo; em certa ocasião, para divertir-se este governante teve a
idéia de mandar que moldassem um queijo na forma de um gato sorrindo. Este era
o famoso queijo de Cheshire e, a partir desta data, “sorrir como um Gato de
Cheshire” tornou-se uma frase bastante comum na Inglaterra e passou a
caracterizar a imagem de um largo sorriso de uma ponta à outra da cabeça.
Gardner, a esta altura, cita o Dr. Phyllis Greenace, em um de seus estudos
psico-analíticos sobre a origem das metáforas do criador de Alice.
Referindo-se ao queijo de Cheshire, o Dr. Greenace diz: “Esta (hipóstese)
tem um peculiar apelo Carrolliano, pois provoca a fantasia de que o gato de
queijo pode comer o rato que iria come-lo.”.
A
partir daí, podemos identificar o jogo de palavras e idéias de que se utiliza
Lewis Carroll em sua obra. Em um determinado momento, nota-se o diálogo entre
Alice e a Duquesa:
“Por
favor, poderia me dizer (...) por que é que seu gato sorri desse jeito?”
“Ora,
é um gato de Cheshire, (...) e é por isso.”
“Não
sabia que todos os gatos de Cheshire sempre sorriam, na verdade, eu não sabia
sequer que um gato pode sorrir.”
“Todos
eles podem, (...) e a maioria deles o faz.”
Um
artigo escrito por John H. Lienhard para a página na internet “Engines of
our ingenuity” define bem esta comparação que tentamos fazer:
“Os
físicos agonizam enquanto o Gato de Cheshire senta e sorri.
Eles
tentam escrever funções de onda para os gatos e a radiação gama. Mas eles
concluem coisas patéticas: talvez o gato na caixa fechada esteja tanto vivo
quanto morto, ao mesmo tempo. Steven Hawking, o físico que escreve sobre
buracos negros da sua cadeira-de-rodas, joga suas mãos para os céus e chora:
‘Quando eu ouço sobre o Gato de Schrödinger, eu tento procurar minha
arma.’
“(...)
Isto nos leva a pensar que os cientistas estão realmente mais interligados com
o mundo que eles observam do que eles próprios gostariam de estar.”
O
mesmo artigo ainda nos traz a impressão do filósofo Abner Shimony:
“Sistemas
físicos não podem ser ditos como tendo propriedades definidas
independentemente das nossas observações.”
Com
efeito, este é um ponto relevante das experimentações de Erwin Schrödinger.
Deste apontamento, portanto, podemos tirar a síntese de toda esta proposição,
ou seja, cada sistema físico possui propriedades definidas de acordo com o seu
observador, isto é, para cada observação, temos um resultado diferente. Por
conseguinte, o observador não, simplesmente, interage com o experimento, ele o
define; formula o seu próprio resultado.
Em
uma adaptação de “The Nursery Alice”, versão de Carroll
direcionada às crianças de menos idade, um curioso contador que inexiste no
original “Alice’s adventures in Wonderland” e que, provavelmente,
seria o próprio escritor, narra a história sob a forma de um diálogo entre
ele e uma criança. Nesta versão, uma passagem inusitada:
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“Verdade
que Alice está muito formal, com a cabeça levantada e as mãos para trás,
como se fora recitar uma lição para o Gato?
“(...)
Completamente só, sozinha! Pobre Alice! Nem um Bebê, nem sequer um
Lacaio para fazer-lhe companhia!
“Assim,
eu posso crer que se alegrou muitíssimo quando viu o Gato de Cheshire,
no alto de um galho de árvore. |
“O
Gato tinha um sorriso agradável; mas ao fita-lo: ‘quantos dentes ele tem!’
Não achas que Alice ficou com um pouco de medo dele?
“Pois
sim, um pouquinho. Mas é claro que tu sabes que ele não poderia deixar de ter
dentes: e para deixar de sorrir teria de estar de mau humor. De maneira que,
tendo tudo em conta, Alice o preferia assim mesmo.”
“Sorrir como um Gato de Cheshire”,
entretanto, pode conter uma boa dose de poesia. Hans Haverman, em carta escrita
ao principal pesquisador de “Alice”, Martin Gardner, sugere que os
desaparecimentos do Gato poderiam derivar das fases lunares. Em seus quatro estágios,
a Lua sempre sempre manteve uma associação com os lunáticos e, em seu quarto
minguante, em especial, apropria-se da forma de um sorriso antes de sumir dos céus
em Lua Nova.
É
improvável que consigamos, depois de anos e anos, estabelecer com certeza
absoluta a origem desta expressão. Fato é que, ainda hoje, ela desperta muita
curiosidade. E as comparações entre os dois gatos continuam sendo inevitáveis.
“Se
uma árvore cai em uma floresta, e ninguém está lá, ainda assim haverá algum
som?”
O
conceito que envolve esta pergunta é exatamente o mesmo que quis provar Schrödinger,
i.e., a energia radiativa é completamente aleatória. Para o cientista, cada átomo
existe em dois estados simultaneamente, a saber: integrado e desintegrado. No
instante em que tomamos a decisão de observar aquela partícula, ela será
obrigada a assumir um dos dois estados e não mais de um. Ou seja, o átomo
originalmente em dois estados terá de se colapsar. Mas até que observemos o
que está se passando, a partícula ainda manterá sua existência em dois
universos distintos: o da integração e o da não-integração. Deste modo, o gás
venenoso manterá também seus dois estados: contido e liberado; e o gato, por
sua vez, permanecerá vivo e morto.
Existem
correntes, no entanto, que pensam de um forma mais elaborada: não é a partícula
que colapsa quando observada, e sim o seu observador. Ou seja, é o observador
que troca de universo quando faz sua observação. O gato, então, poderia
continuar vivo mesmo que o gás fosse ativado, só que em outra dimensão. As
teorias de Schrödinger revolucionaram a física dos muitos mundos, foi através
delas que os cientistas contemporâneos desenvolveram o conceito de Multiverso,
ao invés, do Universo. E nesta idéia, não apenas a humanidade, mas todo o
nosso cosmo seria apenas um grão de areia. Marcelo Ferroni, em reportagem
publicada na revista de ciência “Galileu”, a respeito desta questão,
escreve: “Se você já se acostumou com a idéia de que a Terra é um grão
de poeira na imensidão do Universo, prepare-se para exigir muito mais da sua
humildade.”
David
M. Harrison, do Departamento de Física da Universidade de Toronto, no Canadá,
nos relata uma passagem divertida em um artigo publicado na internet na página “Upscale”:
“Einstein
nunca aceitou a Mecânica Quântica, e esta parte da teoria é uma de suas razões.
Ele sintetizou suas objeções dizendo: ‘Deus não joga dados com o
universo’. [O físico dinamarquês Niels] Bohr respondeu ‘Pare de dizer a
Deus o que fazer!’
“O
Deus de Einstein pode não jogar dados, mas existem outras visões de divindade.
Por exemplo, no [livro sagrado hindu] Bhagavad-Gîtâ Krishna fala:
“’Eu
sou o jogo de dados. Eu sou o eu centrado no coração de todos os seres.’”
A
proposição do Gato de Carroll nos transmite um conceito deveras similar.
Novamente transcrevendo os apontamentos de Gardner, “há uma passagem no
[livro sagrado hebraico] Talmud que fala: ‘Se você não sabe aonde está
indo, então qualquer estrada o levará lá.’” Agora, comparando este
trecho com o que o Gato e Alice conversam:
“Você
poderia me dizer, por favor, que caminho devo seguir para sair daqui?
“Isto
depende bastante de onde você quer chegar (...).
“Eu
não me importo muito com isso (...).
“Então
não importa muito que caminho você irá tomar.”
As
semelhanças são realmente intrigantes. E não param por aí. Neste ponto, a
loucura do Gato toma aspectos de uma lógica inacreditável. Em seu último
comentário a respeito do Gato de Cheshire, o estudioso Martin Gardner indica a
existência da Matemática no pensamento de Alice. Ela diz:
“Bem,
eu já vi algumas vezes um gato seu um sorriso (...), mas um sorriso sem um
gato?! Esta é a coisa mais curiosa que já em toda a minha vida.”
Sobre
esta expressão, “um sorriso sem um gato”, o mesmo estudioso nos
comenta:
“A
frase ‘um sorriso sem um gato’ não é uma má descrição de pura matemática.
Embora os teoremas matemáticos possa, algumas vezes ser úteis em aplicações
práticas, eles próprios são abstrações que pertencem a uma outra realidade
‘distante das paixões humanas’, como diria Bertrand Russel em um de suas
passagens memoráveis, ‘distante inclusive dos fatos pitorescos da Natureza...
um cosmos ordenado, onde o pensamento puro pode duelar como em seu lar natural,
e onde, ao menos, um dos nossos mais nobres impulsos pode escapar do triste exíguo
do mundo atual.’”
A
despeito do privilégio e da genialidade do Gato, a própria Alice, em certa
altura, afirma: “Um Gato pode olhar para um Rei.” Este é um famoso
provérbio. Sua moral é que alguns inferiores, em presença de autoridades ou
seus superiores, gozam de certas vantagens.
Em
um capítulo mais adiante, Lewis Carroll confronta talvez os dois seres mais
poderosos em seu extraordinário mundo: a Rainha de Copas e o Gato de Cheshire.
O impasse, na verdade, tem início quando o Reio de Copas pega Alice dialogando
com o Gato. Os desacatos do animal irritam profundamente o acovardado Rei, que
acaba pedindo providências à Rainha. O resultado é que o Gato é sentenciado
à pena máxima: perder a cabeça. O executor, entretanto, nunca havia se
deparado com um réu que, de fato, tinha cabeça e o dilema está criado. Esta
seqüência nos mostra o quão importante é o bichano na história de Alice. O
Gato pode zombar da família real, não pode ser morto e tem poderes
sobrenaturais.
No
instante em que o executor, o Rei e a Rainha chegam a uma conclusão, o animal
torna a desaparecer lentamente deixando apenas sua cabeça e, em seguida, seu
sorriso. Essa seria uma clara demonstração de que o Gato de Cheshire é peça-chave
na trama. Assim como ele, o Gato de Schrödinger não pode ser morto. Uma vez
morto, a experiência não teria efeito.
A
bem da verdade, Carroll estabelece, como com todos os demais personagens, um elo
entre o real e o imaginário, propondo ligações entre o Gato de Cheshire e
Dinah, a verdadeira gata da menina Alice Liddell. Da mesma forma que a pequena
Alice Liddell deveria confidenciar seus segredos à gata Dinah, assim o faz a
Alice faz-de-conta. Em sua ilustração original, John Tenniel busca sobrepor o
Gato aos demais personagens, evidenciando sua condição.

O
Gato de Cheshire está, pois, acima do bem e do mal, ele é vida consciência. O
imaginário Gato de Schrödinger, por sua vez, é também um conceito de
realidade ultra-dimensional, ou ainda, de espírito: ele existe e não existe,
vive e morre, etc. Sob um ponto de vista teosófico, esses dois animais são a
perfeita definição do conceito de dualidade universal, da polaridade divina,
do equilíbrio estático e do equilíbrio dinâmico...
“Questão:
quando nós estamos sonhando e, como comumente acontece, temos um ofuscado senso
consciente do fato e tentamos acordar, nós não falamos e fazemos coisas que na
vida desperta seriam insanas? Nós não poderíamos, então, em
determinados casos, definir insanidade como uma inabilidade em distinguir qual
é a vida desperta e qual é a vida adormecida? Nós geralmente
sonhamos sem a mínima suspeita de irrealidade: ‘Dorme-se seu próprio
mundo’, e este mundo é muitas vezes mais parecido com a vida que o outro.”
(carroll,
Lewis. Trecho de seu diário em 9 de fevereiro de 1856. In: gardner, Martin. The Annotated Alice – Definitive Edition.
W. W. Norton & Company, 2000.)
Bibliografia:
§
nos livros:
carroll,
Lewis. Alice’s adventures in Wonderland. Gramercy Books, 1995.
miller,
Charles A. Isn’t that Lewis Carroll? New Market, 1984
gardner,
Martin. The Annotated Alice – Definitive Edition. W. W. Norton &
Company, 2000.
blavatsky,
Helena Petrovna. Glossário Teosófico. 3a edição. Editora
Ground, 1995.
–.
Galileu. ano 11 no 126. Editora
Globo, 2001.
björk,
Christina & eriksson,
Inga-Karin. The other Alice. Rabén & Sjögren Stockholm Books, 1993.
§
na internet:
Filosofia
e Idéias – Interfilosofia;
Your
dictionary.com;
JT
Web – Caderno de Sábado;
ExpreSo;
Show.it;
Schrödinger’s
Cat Paradox;
Schrödinger’s
Cat States;
Schroedinger’s
Cat Massacre Page;
Eric
Weisstein’s Treasure Trove of Physics;
Engines
of our ingenuity;
Agência
Estado;
Nature
– Science update;
Eureka!
Stories;
University
of Toronto;
etc.
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