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O
Megalon é uma publicação amadora e sem fins lucrativos que tem
por objetivos divulgar e desenvolver a ficção científica, horror e
fantasia produzido no Brasil. É um dos mais antigos fanzines nacionais
de ficção científica e horror. Publicado regularmente desde novembro
de 1988, é também o mais premiado, com 7 Prêmios Nova em dez anos de
existência deste prêmio, na categoria "Melhor Fanzine" e
duas vezes contemplado com o atual Prêmio Argos, em 2001 e 2002, na
categoria "Melhor Publicação".
Tem
sido o veículo mais importante e influente da comunidade literária de
ficção científica e horror do Brasil desde o início dos anos 90,
trazendo em suas páginas ilustrações de artistas nacionais e
estrangeiros, informação nacional e internacional, editoriais que
pautam o debate e registram fatos e momentos, entrevistas com
personalidades, resenhas de lançamentos e clássicos, artigos e
ensaios, contos, noveletas e séries literárias, além de textos
escritos especialmente para o fanzine, por colunistas exclusivos.
Outra
característica distintiva do Megalon é sua diversidade
temática e sua pluralidade de opiniões. Apesar de ser principalmente
uma publicação literária, abre espaço em suas páginas para outras
manifestações artísticas ligadas ao fantástico, como cinema,
quadrinhos, televisão, vídeo, rádio, jogos e internet. É também uma
publicação que está atenta para as mais diferentes correntes
temáticas e tendências de opinião, sendo um fórum preferencial para
a exposição de idéias, a crítica construtiva e o debate dos rumos
dos gêneros no Brasil e no plano internacional.
O
fanzine tem periodicidade trimestral, sendo que a edição de fim de ano
é sempre um especial temático, enfocando um assunto com maior
profundidade. Abrimos espaço tanto para a renovação dos gêneros, com
a publicação de novos talentos, como também para os artistas com
maior relevo dentro do horror e da ficção científica no Brasil. Gente
talentosa como Braulio Tavares,
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Carlos
Orsi Martinho, Fábio Fernandes, Jorge Luiz Calife, Roberto de Sousa
Causo, entre outros. Sem esquecer, é claro, de nossos colunistas Cesar
Silva – que aborda aspectos da FC e do horror brasileiro – e Gerson
Lodi-Ribeiro – o maior especialista brasileiro sobre Histórias
Alternativas.
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A
edição atual é a de número 69. Ela apresenta as seguintes
atrações: Ilustração de capa de António Jesus Morata (Espanha).
Editorial: "Há Futuro Para os Fanzines?". Seção
"Diário do Fandom", com noticiário nacional (indicados ao
Prêmio Argos e fim do fanzine Hiperespaço, como destaques),
Internacional (prêmios internacionais de FC) e internet (sites de
artistas brasileiros). Publicações recebidas do Brasil e do exterior.
Noveleta de Ataíde Tartari: "No Buraco Sem Fundo de Parnarama".
Resenha da antologia Como Era Gostosa a Minha Alienígena!, por
Eduardo Torres. Resenha do clássico romance de John Brunner, A
Órbita em Ziguezague, por E.R. Corrêa. Coluna de Gerson
Lodi-Ribeiro, "Terras Alternativas", enfocando livros
clássicos sobre Américas Alternativas de difícil acesso. Coluna
"Arte Fantástica Brasileira", de Cesar Silva, 'Com ou Sem
Net, Eis a Questão'. Carta de Edmilson Corrêa. Anúncio de contracapa
da Nova Coleção Fantástica. Tudo isso e mais em 30 páginas, formato
A4 e impressão em xerox.
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Para
conhecer mais de perto o Megalon é fácil. Entre em contato com
seu editor Marcello Simão Branco por e-mail: marcellobranco@ig.com.br,
além também pelo endereço: Av. Clara Mantelli, 110 – CEP 04771-180,
São Paulo, SP.
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Uma
edição entregue em mãos custa R$ 5,00. Já a entregue pelo correio,
sai por R$ 6,50. E uma assinatura anual entregue pelo correio sai ao
preço de R$ 24,00. |
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